No que toca a ganhar dinheiro, não se preocupem que o desemprego não é coisa que se veja por essas bandas, senão o nome do jogo seria “Portugal Crossing”! No jogo há muitas formas de ganharmos Bells/Bayas. Podemos começar a fazer favores aos animais que habitam na nossa cidade. Se formos bem sucedidos, eles recompensarão com Bells/Bayas, ou oferecem-nos itens como roupa, moveis que podemos usar, trocar, ou vender na Loja de Tom Nook. Também podemos pescar, apanhar insectos, procurar fosseis, e vender tudo isso na loja de Tom Nook, ou aos habitantes da cidade que se mostrem interessados. Mas como na vida, também em Animal Crossing o dinheiro não é tudo...temos a nossa casa para aumentar e mobilar, e temos o dever cívico de contribuir para tornar a nossa cidade mais bonita, ora plantando arvores ora flores, e claro que não devemos esquecer o museu da cidade que se encontra completamente depenado, e assim sendo, devemos contribuir com doações que se dividem em 4 categorias que são: Colecção de peixes, insectos, quadros, fósseis...Sócrates, o mocho responsável pelo museu agradece!...e claro que os habitantes da cidade adoram receber correspondência! Por isso toca a ir aos correios da cidade mandar umas cartinhas hein? !
Se tivermos cansados da nossa cidade bem...sempre podemos visitar as cidades de outros amigos nossos, que também joguem Animal Crossing, bastando para isso colocar na segunda slot o respectivo cartão com os dados da cidade que queremos visitar.
Os pontos positivos do jogo, é:
- a liberdade que este nos oferece, para podermos fazer o que nos der na realgana. Pescar, apanhar insectos, ajudar os vizinhos, mobilar a casa, participar nos eventos, visitar outras cidades, interagir com os habitantes (ouvimos cada uma!...)
- Uma das possibilidades que o jogo dá, é exatamente juntar e jogar, antigos jogos da 8 bits da nintendo.
Os pontos negativos são:
- O grafismo que está praticamente ao nivel de uma Nintendo 64. Isto porque trata-se de um port da Nintendo 64 com um melhoramento de texturas e pouco mais. Só que na Nintendo 64 o jogo tinha o nome de Animal Forest e só lançado no mercado japonês.
- O facto do jogo a partir de uma certa fase cair na rotina, a pouca inteligência artificial dos animais
- precisarmos do GBA para visitarmos uma ilha (sempre detestei esse tipo de casamentos entre Gamecube e GBA)
- Tarefas tornam-se muito repetitivas, penso que em alguns eventos a participação do jogador podia ser mais activa, pois em muitos deles limitamo-nos a assistir a qualquer coisa.
- A forma de arrumar os jogos da 8 bits da Nintendo que vamos adquirindo ao longo do jogo, é péssima. Era mesmo preciso ter uma consola para cada jogo? Não era mais fácil, o jogador comprar a consola, e depois o jogador ia adquirindo os jogos, que ficariam listados num menu como acontece por exemplo com as músicas de Totakeke? Em vez disso, temos cada jogo associado a uma nintendo 8 bits. Assim temos que arranjar espaço na casa para colocar no minimo 7 consolas que corresponde a outros tantos jogos. Acabei colocando-os na cave...
Os melhores momentos do jogo:
-O marinheiro de água doce Gulliver, que aparece sempre desmaiado á beira da praia... dá sempre gosto ouvir as desculpas dele, sobretudo quando fala do enorme tubarão que enfrentou com todas as suas forças!
-Totakeke, o cachorro que nos brinda todas as noites de Sábado com mais uma música do seu vasto repertório. Consta-se que a letra das suas músicas são muito profundas!
O balanço Final que faço é que se trata de um titulo bastante original e cheio de piada, mas com o tempo o jogo tende a cair um bocado na rotina, e na repetição. È um titulo que vale a pena jogar. Depois de algum tempo jogamos o jogo com o mesmo espírito com que jogamos ao Tamagotchi. O jogo não tem um fim, por isso achei genial a forma que encontraram de mostrar ao jogador os créditos do jogo. Para finalizar...um conselho...se em algum momento do jogo...a vida não vos estar a correr muito bem...
PLEASE! DON´T TRY RESET THIS GAME!!!