Legend of Zelda the Wind Waker-Gamecube

Legend of Zelda the Wind Waker-Gamecube
Foi preciso chegar ás 128 bits para finalmente poder experimentar um Zelda, pois até então tirando o caso da Gameboy, nunca tinha tido acesso a nenhuma Consola Nintendo. Ok, comprei a Super Nintendo, mas já foi fora de época...Bem, mas mais vale tarde que nunca, e a verdade é que o jogo valeu a espera ...Bem...era uma vez numa aldeia, onde era hábito vestir os jovens rapazes de verde quando atingiam os 7 anos, em honra do herói do tempo ...Link é um desses jovens. Contudo o seu aniversário vai ser ensombrado pelo rapto de sua irmã por um pássaro gigante. Link inicia assim uma longa jornada para resgatar a sua irmã . Para ajudar na jornada Link , terá ajuda de um barco falante, e da windwaker, uma varinha mágica que permite ao Link controlar os ventos. No jogo não faltarão masmorras para explorar, sidequests para resolver, tesouros para encontrar, sitios para se visitar, minijogos( a batalha naval tá muito fixe!) , drama, comédia. Foi até agora o jogo que mais gostei de jogar na lancheira...
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# Postato martedì 02 ottobre 2007 16:07

Modificato lunedì 02 giugno 2008 17:29

European Club Soccer-Mega Drive

European Club Soccer-Mega Drive
Jogo de Futebol, com algumas das principais equipas europeias. Não joguei muito este jogo, nem me despertou grande interesse.

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# Postato sabato 29 settembre 2007 09:28

Modificato lunedì 02 giugno 2008 17:31

Sonic Gems Collection-Gamecube

Sonic Gems Collection-Gamecube
Encontrei-o no Media Market de Aveiro a 9,99 euros. Esta colectânea inclui títulos como Sonic R(Sega Saturn), Sonic the fighters(Arcade), e outros títulos que pertenceram a antiga Gamegear. Mas na verdade, o que me levou a comprar esta colectânea, foram duas frases na capa. “Including:Sonic CD!” e “Rejoice for Sonic CD”. Foram poucos os que puderam experimentar este jogo a solo do Sonic, uma vez que o periférico criado para a Mega Drive, e que era conhecido na Europa por Mega CD era muito caro na altura. Alguns consideram ser este o melhor jogo do Sonic. Talvez se deva a maior complexidade do enredo, uma vez que a historia se passa em três tempos diferentes, sendo eles passado, presente e futuro. Finalmente ia poder joga-lo na minha “Lancheira”! O enredo se passa com Dr. Eggman criando Metal Sonic, réplica metálica do ouriço-azul, que captura Amy Rose. Cabe a Sonic salvá-la e destruir o maligno robô. O fim de cada fase se passará inevitavelmente no futuro. Para o fim da fase se passar num futuro bom, sonic terá que viajar ao passado para destruir uma máquina produtora de robôs. Se o conseguir fazer o futuro será bom, senão... Para viajar no tempo temos que encontrar as placas que dizem “Past” ou “Future”e tomar certos impulsos. Se acidentalmente esbarrarmos numa placa que diz “Future” e viajarmos para o futuro, claro que ficará mais complicado ir ao passado destruir a dita máquina, uma vez que teremos sempre que passar pelo presente. Assim o mais provável e que a fase final seja passada num futuro ruim. Claro que não nos serve de nada viajar no passado ser não encontrarmos e destruirmos a máquina antes de acabar a etapa. A jogabilidade é muito idêntica ao Sonic 1. Ok, tem os vídeos e nota-se um progresso ao nível do som, mas ao nível gráfico não notei nada demais relativamente aos jogos de cartucho.Outro aspecto do jogo que não gostei foi o nivel especial de Bónus.
Arrisco-me a dizer que os melhores a nivel gráfico ainda são o Sonic 3 e Sonic e Knuckles. Pessoalmente deu-me mais gozo jogar os Sonics 1, 2 e 3. Acho-os mais carismáticos, e tanto as musicas como as zonas dos 4 primeiros jogos do Sonic para a Mega Drive ainda estão na memória. Mas também é verdade que joguei o Sonic CD já fora das sua época, e só uma vez...

# Postato venerdì 28 settembre 2007 20:32

Modificato lunedì 02 giugno 2008 17:32

Luigi Mansion-Gamecube

Luigi Mansion-Gamecube
Este foi nada mais nada menos que o primeiro jogo lançado para a ”Lancheira” da Nintendo, estreando-se no mercado ocidental em 2001. Pela primeira vez, o irmão de Mário, o Luigi é o protagonista principal num videojogo. Tudo começa quando Luigi ganhou uma mansão como prémio...ao entrar na mansão Luigi depara-se com o desaparecimento do seu famoso irmão Mário. Ele foi raptado pelos Boos. Luigi com a ajuda do seu amigo, professor E.Gadd., um aspirador para aspirar fantasmas, e o seu Gameboy Horror, vai percorrer as diversas divisões da mansão, em busca do seu irmão. Achei o jogo bastante divertido, acho graça ao Luigi a cantarolar a musica, mas também tem fases em que se pode tornar irritante.Quer pela trabalheira que pode dar até conseguir aspirar um fantasma, e Sobretudo aquelas fases em que estamos rodeados de fantasmas por todos os lados, que nos atormentam das mais diversas maneiras...ora atirando-nos bombas, agarrando-nos, derrubando-nos, mandando cascas de banana para o chão. E claro o boss final. A estratégias para o derrotar não é complicada, mas requer muitas tentativas até sermos abençoados com uma certa dose de sorte que é necessária para o derrotar...pelo menos foi assim comigo! De qualquer forma, se alguém é do tipo que se enerva com facilidade, com um videojogo , e pretende jogar o Luigi Mansion...o melhor e trazer uns calmantes antes de começar a jogar! :p
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# Postato lunedì 24 settembre 2007 14:20

Modificato martedì 16 settembre 2008 18:39

Final Fantasy Crystal Chronicles-Gamecube

Final Fantasy Crystal Chronicles-Gamecube
Ironicamente este foi um dos jogos que me levou a adquirir a Gamecube. Vi ali uma oportunidade de experimentar um título da série Final Fantasy...fugindo a tradição do que é costume na série Final Fantasy o sistema de combates é em tempo real. Pessoalmente não vejo problema nisso. Até as franquias, de quando em vez precisam de alguma forma de inovar e de mudar qualquer coisa. Terá sido esta a intenção da Square Enix. Criar uma linha de jogos da série Final Fantasy cujo sistema de combate seja em tempo real.
A história é simples. A ameaça de uma substância tóxica chamada de Miasma paira no mundo. Todas as povoações possuem um cristal mágico que as protege do Miasma. Contudo a magia desse cristal vai com o tempo perdendo a sua força. Para renovar a força do cristal é preciso purifica-los com uma substância chamada Myrrh. Mas a Myrrh não está assim há mão de semear...ela encontra-se nas árvores de Myrrh espalhadas pelos 4 cantos do planeta. Assim todos os anos jovens das mais diversas povoações viajam pelos 4 cantos do mundo enfrentando diversos perigos, em busca do precioso líquido.
Falando dos aspectos positivos do jogo, destaca-se a estética quer dos cenários, quer das personagens. A introdução inerente a cada masmorra que vamos visitar está fabulosa, pois parece que estamos dentro de um conto infantil. A voz da narradora agradável, musicas sublimes...uma atmosfera diria poética!
Mas nem tudo nos videojogos se resumem a estética. È por isso que azedei com o Final Fantasy Cristal Chronicles. E porquê?! Bem comecemos pelo rato voador de nome Mog, que supostamente devia ser o nosso braço direito e ajudar-nos...mas que na verdade é um empecilho! A missão dele será transportar o cálice que tem o cristal que protege a caravana e nós do Miasma, e onde a Myrrh recolhida é guardada. Bem tudo não seria assim tão mau se o raio do bicho, não estivesse minuto a minuto a queixar-se que está cansado e então lá temos nós que carregar um bocado o cálice...e seria EXCELENTE se ele não se lembrasse de estar cansado exactamente no meio de uma batalha com o BOSS!!!! Foi o Mog feito para ajudar? Só se fosse para me favorecer com a sua ausência!...mas os problemas com o jogo não ficam por aqui. A longevidade mastigada do jogo, que nos obriga de tempos a tempos, a ir as mesmíssimas masmorras, enfrentar as mesmíssimas criaturas, o mesmíssimo Boss, para obter Myrrh da mesmíssima árvore que tínhamos visitado a tempos atrás. Isto se quisermos estar minimamente prontos, para o Boss final do jogo (consta-se que não é fácil de enfrentar!) Outro problema é que a Square Enix resolveu seguir o mau exemplo da Nintendo, e recorrer ao casamento consola doméstica com consola portátil. Moral da história...fico sem saber se o Final Fantasy Cristal Chronicles se trata de um Jogo da Gamecube para se jogar no GBA ou se é um jogo do GBA para se jogar na Gamecube. Só sei que mais uma vez o jogo não ganhou nada com este casamento. Se queremos um mapa da masmorra basta não pintar o MOG(sim! Podemos pintar o Mog na casa dos Mogs espalhados pelo mundo! O modo como ele é ou não pintado vai determinar o tipo de radar!) e...adivinhem?!...sim ter uma GBA!!! Quem não tiver, que compre um cão guia!...
Bem tudo isto afecta e de que maneira o modo single player( a propósito, se não tiverem pelo menos duas GBA, esqueçam o modo multiplayer!)
Bem graças a tudo isto passei uma tarde inteira na masmorra do Pântano (que mais parece o labirinto do Minotauro!) sem qualquer mapa, em que cada caganita que me aparecia á frente demorava uma eternidade a matar, e quando finalmente encarei o Boss. O cansaço do poço de utilidade que é o Mog, associado a qualquer falha mínima que fosse (até podia ser um espirro!) morria...uma vez...outra...e mais outra...até que me cansei do raio do jogo e desisti!!!...
Todos estes pormenores fazem-me pensar que este será provavelmente o pior Final Fantasy da série...até parece que foi criado só para dizer que a Lancheira também tinha um Final Fantasy! Acho que a Gamecube merecia mais...

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# Postato martedì 04 settembre 2007 11:39

Modificato sabato 21 marzo 2009 16:47